Biritinga, a terra da água, como é conhecida, não possui ainda perspectivas de emprego e renda para sua população. Incrivelmente, a economia gira entorno dos aposentados, beneficiários do bolsa família, funcionários públicos e, de certa forma, de uma pequena parcela de trabalhadores de empresas privadas.
Com aproximadamente 57 anos, a cidade pequena, possuindo ainda uma velha política de troca de favores, da imposição, de represálias, de antigos legisladores que, por sua vez, chegam ao legislativo como apenas e tão somente assistencialistas. A terra da água, que falta água nas comunidades rurais, que falta emprego para os jovens, que cresce constantemente a criminalidade e, assim, cada vez mais os jovens ficam às margens da sociedade. Uma terra tão rica, entretanto, ao longo dos anos é empobrecida por modelos de gestões parciais, modelos excludentes, enfim, a terra da água não cresce. É triste presenciar jovens saindo de sua terra para cidades em outros estados em busca de emprego, de uma vida melhor. É triste presenciar pais chorando por seus filhos não estarem sobre seus olhos, no seu município, na sua casa. É triste presenciar nos dias atuas o êxodo. É inaceitável vermos um município tão rico sendo usurpado e vilipendiado por seus representantes.
A sociedade biritinguense cansada de modelos de gestões centralizadoras, de governos autocráticos e modelistas de um empreguismo fundamentalista em um pensamento individualizado, busca agora um novo horizonte, uma nova árvore, um modelo que traga à população esperança de dias melhores. Daí, surge nas redes sociais, nos encontros de família, nas rodas de conversas nas pracinhas um novo pensamento de política. Uma nova cara para esta cidade que sofreu/sofre com inúmeras ações excludente do povo pobre, dos jovens, das pessoas de zonas rurais em geral.
Uma nova Biritinga pode está surgindo no horizonte da esperança, nas casas de famílias que não aguentam mais presenciar o descaso dos governantes, dos jovens talentosos que poderiam desenvolver suas habilidades em sua terra natal, dos artistas da terra tão pouco valorizado, das comunidades religiosas, enfim, a esperança por um terra com perspectivas reais e não utópicas surge com uma força conjunta, com uma ideia de que as pessoas juntas são bem mais fortes que o centralismo, que a corrupção, que o entreguismo de nossas riquezas em geral.
Portanto, é visível a busca por uma nova cidade. É notório o cansaço de uma população sofrida em relação aos descasos, a falta de investimentos nos setores educacionais, a falta de segurança pública preventiva. Isso, é o velho modelo de política. É o retrocesso aos dias sombrios de sistemas antigos que não funcionam mais.
Biritinga, guerreira, começa a observar que os antigos modelos não servem mais, assim, abrindo espaço para os novos, para o verdadeiro desenvolvimento que funcione, que trabalhe por uma cidade e que valorize suas riquezas. Está surgindo um movimento de transformação, de novos pensamentos e de novas ideias que comunguem com o pensamento do povo ´pobre`, dos jovens marginalizados pela política que os excluem, dos artistas sem incentivo, enfim, esta surgindo o novo.
Toda revolução surge em meio ao caos, disse um filósofo. Evoluamos!
(Rodrigo Silva/Redação)

Parabéns pelas palavras ,todas bem colocadas.
ResponderExcluirGrato pela participação!
ExcluirNão vai para frente não tem dinheiro não tem verba porque o prefeito é corrupto.. assim como o prefeito anterior também. Os garis trabalham não recebem não passam fome porque os familiares ajudam.. e o prefeito só ficando rico fazendo posto de gasolina fazendo posto de gasolina e os filhos enriquecendo também. se ele recebesse a verba e fizesse alguma coisa pela cidade eu tenho certeza que a cidade não estaria como está. Ele a família dele acha que Pobre tem que morrer de fome.
ResponderExcluirNão tem dinheiro para pagar os funcionários mas tem dinheiro para aumentar a fortuna. são todos arrogante ele e a família dele. Não suporto corrupção!
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