De um lado, um ex-militar do exército brasileiro, deputado há 28 anos, conservador e extremista. Jair Messias Bolsonaro, candidato pelo PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), irá, pela primeira vez, à disputa à presidência da república.
Bolsonaro, segundo alguns partidos de esquerda, é considerado um risco à democracia brasileira. Suas afirmações, nos seus discursos, são extremistas ao ponto de vista de pessoas que lutaram contra o regime militar de 1964.
Bolsonaro, teve, nesse período eleitoral de primeiro turno, uma forte ascensão no meio evangélico. Alguns dos principais líderes de igrejas protestantes, declararam apoio ao 'Messias'. Segundo alguns líderes evangélicos, Bolsonaro é a esperança para o país voltar a crescer e barrar os pensamentos de liberdade às minorias.
O vice do Bolsonaro é o general Mourão. Em algumas de suas aparições nas mídias, Mourão disse ser contra o décimo terceiro salário, se mostrou explicitamente contra alguns benefícios sociais já existentes, e reforçou a sua tese de combater algumas leis importantíssima para negros e pobres.
Mourão, nos últimos dias, fez algumas declarações polêmicas. Segundo ele, o povo brasileiro herdou a cultura do 'privilégio' do português, a 'indolência' do índio e a 'malandragem' do africano.
Bolsonaro e Mourão, juntos, formam uma base aliada para derrubar alguns programas sociais importantes na sociedade. Em seus discursos, Bolsonaro afirmou que sua maior missão é derrubar o PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT). Praticamente, não mostrou suas propostas para o país. Apenas e tão somente, foi forte nos discursos contra os seus adversário.
Do outra lado, um ex-ministro da educação, professor universitário, advogado, mestre em economia e professor de filosofia pela universidade de São Paulo (USP). Foi prefeito de São Paulo, ministro da educação, diga-se de passagem, o melhor ministro no governo Lula.
Fernando Haddad, é candidato pela primeira vez à presidência da república do Brasil. Seus posicionamentos, reforçam a importância de um país diversificado e, acima de tudo, com respeito aos menos favorecidos.
Ele é contra os cortes feito por Michel Temer na educação, saúde, segurança, cultura e tantas outras áreas fundamentais em uma saciedade plena e equilibrada. Segundo ele, irá revogar a reforma trabalhista que, na sua visão, retira vários direitos fundamentais.
Fernando Haddad, na visão de muitos, não é mais um candidato de um partido apenas, mas, agora, é o candidato da permanência dos direitos fundamentais em uma democracia conquistada com preço incalculável.
Alguns candidatos já se posicionaram, grande parte deles, apoiando o candidato Haddad. Guilherme Boulos, foi um dos primeiros a manifestar seu apoio. Em uma rede socvial ele disse:
Fizemos uma campanha de cabeça erguida e plantamos sementes para o futuro. Agradecemos a todos que depositaram seus sonhos nas urnas votando 50. Agora estaremos nas ruas para derrotar o fascismo e eleger quem representa a democracia no segundo turno : Fernando Haddad.
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